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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Quanto custa pra castrar um gato?

Resolvi fazer esse post porque quase todos os dias estou recebendo e-mails, e mensagens por rede social ou what´s app de pessoas me perguntando o preço da castração de gatos.
Algumas pessoas são até grosseiras ou mesmo estúpidas conosco quando não passamos o valor por telefone ou por mensagens. Não queremos ser indelicados caso você que está lendo esse post também nos tenha feito essa pergunta, mas vamos aproveitar esse espaço para explicar o por quê:
Primeiro: Porque é uma Cirurgia!
E por mais simples que seja (o que não é esse o caso!) o animal tem que ser avaliado por um clinico e as vezes até pelo anestesista em conjunto. É levado em consideração além da idade e peso do animal, a sua condição física, histórico de vacinação e desparasitação, ambiente onde vive, e o próprio exame clinico do animal que inclui auscultação cardíaca, pressão arterial, temperatura corporal, estado de hidratação e coloração de mucosas. E tudo isso não tem como ser feito por telefone ou mensagem!
Diante de todas essas informações, o medico veterinário e/ou o anestesista têm condições de determinar o melhor protocolo anestésico para o paciente. E é aí é que você vai se surpreender: não adianta você pedir para usar a anestesia “X” ou “Y”, ou mesmo pagar por ela, pois quem decide o melhor para o seu animal é o anestesista e o cirurgião!
Aqui na Clinica de Medicina Felina Gato é Gente Boa, o valor do procedimento cirúrgico inclui os cuidados pré, trans e pós operatórios como analgésicos, antibióticos, anti inflamatórios e retornos até o momento da alta médica.  Fazemos isso para não haver surpresas no final do tratamento aonde a cirurgia pode parecer baratinha mas no final você paga por todo o restante do tratamento a parte!
Aqui nós não trabalhamos dessa forma e somos bem transparentes!
A técnica cirúrgica também influencia no valor da cirurgia e, obviamente, profissionais mais capacitados podem cobrar um pouco mais por ela. Talvez essa diferença de valor valha a pena pela maior garantia de sucesso e certeza de uma excelente recuperação cirúrgica.
É caro? Não!                       
Caro é um valor que você paga por um serviço ou produto sem qualidade!
Os valores referentes a cirurgia de castração se relacionam ao nível de qualidade nos procedimentos. Não adianta poupar dinheiro em uma cirurgia baratinha que pode lhe trazer consequências posteriores ou mesmo submeter seu animal a um estabelecimento, ou profissional, que não tem o preparo ideal para oferecer a máxima segurança e bem estar ao paciente. Se tudo der certo será ótimo! Mas se der errado? O barato além de sair caro pode custar a qualidade de vida ou a própria vida do seu animal. E quem paga essa diferença de valor é o próprio animalzinho!
Economia em termos de saúde pode ter efeitos irreparáveis. E é você quem decide pela vida de alguém que não pode opinar!
Portanto, você até pode realizar uma pesquisa mas, antes de decidir aonde vai fazer a cirurgia do seu animal, você deve se certificar das condições do local e dos profissionais envolvidos no procedimento.
Você consegue perceber a diferença dessa cirurgia baratinha:

Com essa aqui?
Obviamente essa ultima tem um valor mais alto! E em qual das duas situações você prefere que seu animal seja operado? 
Como sabemos, no Brasil a carga tributaria é altíssima e se a clinica cobra um preço muito baixo, é sinal de que algo está errado!
O que está diminuindo esses custos pode não ser visível a você, mas o animal pode sentir! Qual seria a qualidade do material cirúrgico? O processo de esterilização? O uso de descartáveis? E é aí que fica a duvida!
Além disso, nossos pacientes felinos não demonstram um sofrimento tão obvio como os cães até pela própria característica da espécie, mas sentem dor! E um trauma ou estresse de um procedimento cirúrgico mal realizado pode trazer consequências comportamentais e seu gatinho não voltará a ser o mesmo, apresentando até mesmo agressividade.
Você como consumidor consciente deve sempre investigar se a clinica e mesmo o médico veterinário está regulamentado no CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária) além de conhecer o local e as condições de ambiente, equipamentos e o profissional quem vai operar seu gatinho! Do contrário,seu animal corre o risco de ser operado por pessoas não capacitadas e sofrer bastante durante o procedimento cirúrgico.
Então, para finalizar: Para passarmos um valor de cirurgia fazemos a avaliação do animal na clinica e esta não tem custo algum ao cliente. Apenas fazemos com horário agendado para maior tranquilidade e respeito ao cliente e ao paciente felino.
Além disso, nessa visita para avaliação você pode aproveitar e conhecer nossa clinica e nossos profissionais!
A Clinica Gato é Gente Boa está localizada na Rua Capitão Silvio Fleming, 583, no Bairro Vila Nova na Cidade de Itu-SP. 
Nosso Telefone é (11) 2429-3818.
Convidamos-vos a fazer-nos uma visita!
www.gatoegenteboa.com.br

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O gatinho - parte 1

Do nascimento ao desmame

Durante este curto período de apenas algumas semanas o frágil gatinho, que pesa cerca de 100g, é completamente dependente da mãe.

Uma fase de elevada dependência

Assim que o cordão umbilical é cortado, o gatinho rasteja até uma mama, guiado pelo calor e cheiro da mãe. Mamar e dormir em conjunto com a mãe e irmãos, são as únicas atividades que o gatinho tem durante estes primeiros dias. Nesta fase, o gatinho é cego e surdo; os seus sentidos mais desenvolvidos são o olfato e o tato. Ao 5º dia de vida, o sentido da audição torna-se funcional. Os olhos abrem entre o 7º e o 15º dia de idade. Por volta do 17º dia de vida, o gatinho começa a andar. Com 1 mês de idade, o gatinho é capaz de se orientar pelo som, luzes e cheiro.
Os gatinhos devem mamar na 1ª hora após o nascimento. O “primeiro leite” produzido pela gata designa-se de colostro. Este líquido, cujo aspeto e composição diferem do leite, contém numerosos anticorpos que são essenciais para assegurar as primeiras defesas imunitárias dos gatinhos recém-nascidos.
No caso de gatinhos órfãos, um substituto do colostro pode ser adquirido em clinicas especializadas* e oferecidos aos gatinhos o mais breve.

As necessidades do gatinho alteram-se

Depois do colostro ingerido durante as primeiras horas de vida, o gatinho começa a ingerir leite materno. 
Se os gatinhos ficarem órfãos, se a ninhada for muito numerosa ou se o leite materno for impróprio para consumo (devido a uma patologia mamária, por exemplo), poderá ser necessária a administração de um substituto do leite, também encontrado em clinicas especializadas*

Condições de utilização do leite de substituição:
§  O leite pode ser administrado através de uma mamadeira (mantendo o gatinho de pé) ou utilizando um tubo de borracha flexível introduzido no estômago (técnica reservada a médicos veterinários).
§  O gatinho nunca deve ser forçado a mamar. Esta atitude pode provocar uma falsa deglutição, com a consequente acumulação de leite nos pulmões, o que pode dar origem a uma pneumonia que põe em risco a vida do animal.
§  A higiene das mamadeiras deve ser rigorosa, uma vez que durante este período o gatinho é muito sensível a proliferações bacterianas responsáveis por diarréias.

§  Regras de higiene:
§  A pessoa responsável pela preparação do leite e pela administração das mamadeiras deve lavar bem as mãos antes de realizar estas operações;
§  As madeiras devem ser bem lavadas (com uma escova) e enxaguados com água quente.
§  O leite deve ser preparado imediatamente antes da administração. E sempre ser servido aquecido
§  O leite deve ser preparado sempre com água filtrada;

Freqüência de administração: 
O ritmo de administração deve ser regular de dia e de noite e tanto mais intenso quanto mais jovens forem os gatinhos. Os critérios de bem-estar do recém-nascido devem ser avaliados pelo médico veterinário e baseiam-se, sobretudo, em períodos de sono e comportamentos normais, bem como, numa curva de crescimento satisfatória.


*Aqui na Clinica Veterinária Gato é Gente Boa, temos substituto do leite da gata e colostro a venda em caso de problemas. com a mãezinha ou para oferecer a gatinhos órfãos.

Texto retirado de www.royalcanin.pt

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

A chegada do gatinho em casa - Parte 2



Potenciais perigos
A sua casa pode ser perigosa para um gatinho. Por isso, certifique-se que os potenciais perigos são mantidos fora do acesso antes do seu gatinho chegar. A seguinte lista é um importante guia, mas não é exaustiva, por isso, sugerimos que solicite ao seu médico veterinário informação adicional sobre como manter o gatinho seguro, em casa.
- Sacos de plástico;
- Fogão e forno;
- Varandas e janelas;
- Medicamentos;
- Faixas elásticas;
- Máquinas de lavar e de secar;
- Latas do lixo (mantenha sempre a tampa na lata do lixo fechadas);
- Algumas plantas podem ser especialmente tóxicas para gatos, tais como o azevinho, os lírios, as glicíneas, e a hera;
- Materiais de costura;
- Anticongelante;
- Desparasiticidas externos para cão à base de permetrina (evite o contacto com cães recentemente desparasitados).

Outros animais em casa
Introduzir um gatinho em casa é um pouco mais complicado quando já se tem outros animais. É importante apresentá-los rapidamente para possibilitar ao gatinho a sua correta integração. Com outros animais a apresentação deverá ser feita sob vigilância e de forma progressiva. Uma má integração que desenvolva um sentimento de frustração e/ou ciúmes poderá levar à fuga temporária do antigo residente.
§  Cães: um cão bem socializado aceitará o gatinho com facilidade. Alguns cães adultos poderão ser menos tolerantes, mas uma ligeira arranhadela do pequeno felino rapidamente fará regredir esta agressividade e a integração processar-se-á, geralmente, de forma rápida e sem problemas.

§  Outros gatos: a tarefa poderá ser muito mais difícil! Um gato adulto não aprecia a chegada de um gatinho ao seu território. Manifestará o seu desagrado através de comportamentos ameaçadores, pois não aceita que os seus hábitos sejam perturbados. A aceitação total poderá demorar alguns meses. 
Durante a apresentação, não permita qualquer agressividade. Faça-o em território neutro durante um jogo ou uma refeição. Repita a operação até que ambos os gatos suportem a presença do outro e comecem a partilhar. Estabelecer-se-á uma relação hierárquica entre os dois felinos, a qual deverá ser absolutamente respeitada.
Atitudes corretas:
§  Mantenha os privilégios do animal residente (cão ou gato) durante os primeiros dias;
§  Tranquilize-o no seu próprio território;
§  Isole o gatinho, para que este explore a casa de forma progressiva e evite esconder-se sob os móveis;
Limpe as secreções faciais do gatinho com um pano e esfregue-o nos rodapés das outras zonas da casa para que o antigo residente se vá habituando ao odor do recém-chegado.

Texto retirado de: www.royalcanin.pt

terça-feira, 24 de novembro de 2015

A chegada do gatinho em casa - Parte 1

Separado da mãe, dos irmãos e irmãs, o gatinho pode sentir-se muito só quando chegar a sua casa. De modo a minimizar o impacto causado pela mudança de ambiente, é indispensável que prepare cuidadosamente a sua entrada no seio da nova família. 

O TRANSPORTE

Escolha cuidadosamente o dia em que vai buscar o seu gatinho. A altura ideal é um fim de semana calmo em que não exista muita gente por perto.
É perigoso transportar um gatinho em liberdade dentro de um automóvel, tanto para o animal, como para os passageiros. É, pois, indispensável a aquisição de uma caixa própria em que ele possa ser transportado com toda a segurança. Opte por uma caixa bastante grande, para a poder utilizar igualmente quando o seu gatinho for adulto. Uma transportadora mais escura será um fator de maior tranquilidade, pois o animal sentir-se-á mais protegido.
Para tornar a transportadora mais confortável coloque uma manta no fundo. Tenha em atenção que o stress da deslocação pode dar origem a náuseas e a distúrbios intestinais. Como tal, procure levar consigo um rolo de papel absorvente e uma manta suplementar. 
A CHEGADA EM CASA
A descoberta do seu novo ambiente e dos novos membros da família  constitui uma etapa muito importante que irá condicionar o sucesso da integração do gatinho no seu novo lar. Esta fase deve decorrer de forma progressiva e com muita calma.
Deverá adotar alguns hábitos e pequenas modificações que permitirão proteger o seu gatinho das “armadilhas” existentes em sua casa.
Para que o recém-chegado se sinta em total segurança desde o primeiro momento, é aconselhável que disponha já de um conjunto de acessórios, que são indispensáveis ao conforto do animal (e ao seu também), aos jogos e à sua alimentação. A localização destes acessórios deve ser cuidadosamente estudada. 
EVITE A EXCITAÇÃO
Não se esqueça que o gatinho acabou de ser transportado para um ambiente totalmente desconhecido. Controle o seu entusiasmo, aja com toda a calma e sem gritos. Evite as passagens do animal de mão em mão.
Se o gatinho for criado num ambiente de ruído excessivo ou agitação (atenção às crianças) poderá tornar-se um adulto medroso e desconfiado.
AS ATITUDES CORRETAS:
Aprenda a manipular o seu gatinho com precaução. Qualquer gesto brusco ou mais violento poderá assustar o animal.
A melhor forma de o transportar é colocar a mão bem aberta sob o seu abdómen e a outra sob os quartos posteriores, no caso das raças maiores. Para lhe demonstrar a sua autoridade, pode agarrá-lo pela pele do pescoço, tal como o a mãe fazia para o transportar, uma vez que esta atitude não lhe causa qualquer prejuízo.
AS ATITUDES INCORRETAS:
§  Puxá-lo pela cauda;
§  Agarrá-lo pela cabeça;
§  Passar ambas as mãos sob as patas dianteiras do animal.


A PRIMEIRA NOITE:
Primeira separação, primeira solidão! A primeira noite é, frequentemente, muito difícil para o animal.
Onde dormir? O lugar do gatinho não é no seu quarto, mas este nunca irá recusar a oportunidade de dormir consigo. Lembre-se que não deve negar a um gato adulto aquilo que lhe permitiu durante a fase de crescimento!
O verdadeiro lugar do gatinho é no seu cesto, na zona da casa que lhe tiver sido destinada.
Sobretudo durante a primeira noite não ceda à tentação de ir buscá-lo, mesmo se ele miar desesperadamente. Mantenha-se impassível. A aprendizagem dura geralmente apenas 3 ou 4 dias. 
AS PRIMEIRAS REFEIÇÕES:
Tente saber que alimento o gatinho estava a comer antes de ir para sua casa e mantenha esse alimento durante pelo menos uma semana. Evite qualquer alteração brusca na alimentação para não provocar perturbações digestivas. 
Informe-se junto do dono da ninhada ou do criador acerca do modo de alimentação (número de refeições/dia, fracionadas ou à descrição) e da natureza da mesma.
se o gatinho foi resgatado e não rebebia uma alimentação adequada, ofereça um bom alimento, tanto úmido quanto seco.
Lembre-se: deixe água sempre disponível!
Se pretender alterar o alimento, deve fazer uma transição gradual ao longo de uma semana.
Esta transição permite minimizar o risco de fezes moles ou diarreias, muito prejudiciais ao correto desenvolvimento do gatinho. Seu veterinário pode lhe auxiliar nessa etapa. 

Transição alimentar:
§  1º e 2º dia: 75% do alimento anterior e 25% do alimento novo.
§  3º e 4º dia: 50% do alimento anterior e 50% do alimento novo.
§  5º e 6º dia: 25% do alimento anterior e 75% do alimento novo.
§  Último dia: 100% do alimento novo.

Texto retirado de: www.royalcanin.pt




terça-feira, 17 de novembro de 2015

Pensando em adotar um gatinho? Parte 2

ESCOLHENDO O GATINHO


Gato sem raça definida ou gato de raça? 

Um gato de raça, descendente de progenitores selecionados por um criador, oferece uma ideia de como serão as características morfológicas e comportamentais descritas no estalão da raça. Por este motivo, espera-se que um gato de raça se integre numa nova casa sem qualquer tipo de problema. No entanto, o mesmo pode acontecer com um gatinho ou gato adulto resgatados da rua. Seja qual for a sua escolha o seu gato irá, com certeza, proporcionar-lhe muitos anos de felicidade.

A companhia ideal

Antes de escolher um gatinho pense, cuidadosamente, que tipo de companhia pretende. Elegante como o Abissínio, robusto como o British Shorthair, imponente e calmo como o Maine Coon ou, talvez, uma mistura de cada um… A diversidade de raças de gatos é tão grande que vale a pena procurar alguma informação sobre o assunto. As associações de animais podem facultar informações preciosas.   
A socialização do gatinho, que ocorre entre a segunda e a sétima semana de idade, é uma fase muito importante no seu processo de desenvolvimento. Esta fase condiciona o comportamento futuro do gato adulto, pois durante este período o gatinho aprende a percepcionar como normais várias situações com as quais se confronta, o que o ajudará a permanecer calmo e relaxado quando se confrontar com essas situações no futuro.
Há quem diga que as fêmeas são mais sociáveis e os machos mais distantes, mas também é usual ouvirmos o contrário! De facto, não existe um animal que fosse mais amigável se ele/ela fosse do outro sexo. A esterilização, fortemente recomendada se não pretender fazer criação, reduz consideravelmente as diferenças comportamentais entre machos e fêmeas.
É a socialização adequada do gatinho, e não o sexo do gato, que irá garantir uma relação agradável e harmoniosa entre as pessoas e o gato. 


Texto retirado de: www.royalcanin.pt